Coca-cola e Redes Sociais

 Desde o inicio da qurentena, e agora ainda mais depois de assistir o documentário Dilema das Redes, estou em um processo de questionamento do meu uso das redes sociais, principalmente o Instagram. 

Já recebi também inúmeros feedbacks de amigos (amo feedbacks e quero sempre recebê-los, pois me ajudam a construir a minha opinião sobre muita coisa): alguns me apoiando, e dizendo pra continuar; outros recomendando postar textos mais curtos; ou a abrir meu perfil. Já ouvi também me dizendo que esses textos não são para a plateia do Instagram. As pessoas aqui procuram coisas mais rasas, mais superficiais. Que eu me exponho muito aqui. Será mesmo?

Eu refleti muito sobre todos esses feedbacks, e fiz uma analogia com a história da Coca-Cola, analogia essa que pode estar correta ou não. 

Acho que todos sabem que a ideia da Coca-Cola não era de ser um refrigerante, ainda mais O mais vendido do mundo. 

Originalmente concebida como um remédio patenteado quando foi inventada no final do século XIX por John Pemberton, a Coca-Cola foi comprada pelo empresário Asa Griggs Candler, cujas táticas publicitárias levaram a bebida ao domínio do mercado de refrigerantes no mundo ao longo do século XX.

Ou seja, eu acredito que nesse caso, o que mais importa é o uso que damos a  algo, e não a utilidade para a qual ela foi criada. Pode ser a mesma, mas pode ser outra. Basta mudarmos a nossa percepção, nosso ponto de vista. O que importa é estarmos felizes. #dontworry #behappy 🙃🙂

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