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Mostrando postagens de agosto, 2008

Week-end à Lille

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Olá, Final de semana passado recebi a visita de um antigo colega de trabalho na TIM: João (ou Johnny) veio me visitar em Antwerpen. Ele chegou na quinta-feira passada e voltou para Barcelona hoje, onde está fazendo um mestrado. Na sexta-feira à noite fomos a um evento aqui na cidade no qual o melhores restaurantes da cidade tinham stands e ofereciam seus pratos a preços, segundo eles, "democráticos". Compramos 25 fichas a €1.80 cada e experimentamos comida asiática, uma mistura de bacon e batatas fritas e frutas com chocolate de sobremesa. Além disto, acreditem, estavam dando cerveja de graça! Não me levem a mal, mas no Brasil isso não ia dar certo! Neste dia algo inusitado aconteceu conosco: voltando para casa às margens do Schelde, pegamos o ônibus que parava perto de casa. No caminho, o motorista parou em um ponto que seria a parada final do ônibus, creio eu. Perguntamos se iríamos seguir viagem e ele res pondeu que sim. Daí eu e Johnny continuamos nossa conversa (em p...

Companies Don't Need Brainy People

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Olá de novo, Recebi este artigo por e-mail e achei muito interessante e oportuno postá-lo aqui. Foi escrito pela Lucy Kellaway do Financial Times algums anos atrás e o mais incrível é que tudo o que ela escreveu faz sentido. Fiquei bastante contente em ser normal, rs. . A repórter escreveu: . "A few days ago, I had lunch with a man who until recently held one of thebiggest jobs in British business. Over the foie gras, we discussed (in ascending order of interest): the view from the executive dining room, the charms of small children, the news judgment of the Financial Times and mid-life crises. Finally, the conversation swung round to the problems of the well-known company he used to run. One of the main difficulties, he said, was that it employed too many intelligent people. At first I thought he was joking. Surely companies need as many bright people as possible. You need a super bright person at the top, a John Browne figure. Under him, you need more bright people, one of whom ...

Trânsito

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Olá, Hoje vou falar um pouco do trânsito aqui na Bélgica. Definitivamente dirigir por aqui é um teste de paciência: parar em fila dupla é completamente normal, parece não existir regras para retornos em U e buzinar sem uma boa razão é um pecado imperdoável, sob pena de pagar uma multa bem salgada. A cada dia eu me impressiono como as pessoas dirigem neste lugar, será que eles acham normal? Acabei de ler que a Bélgica tem taxas de acidentes no trânsito acima da média da União Européia. Possível explicação: até os anos 60 não havia carteiras de motorista e os exames para adquiri-la só surgiram na década de 70. Já presenciei de tudo: gente parando no meio da rua para descarregar coisas, dar carona ou simplesmente bater papo. E o incrível é que as outras pessoas têm (ou parecem ter) paciência de monge para esperar que o (in)feliz da frente acabe de realizar suas tarefas ou simplesmente dão seta e ultrapassam pela contra-mão. Tá, o trânsito daqui (em algumas partes) não é o inferno de São ...