Rome, The Eternal City

Olá,
Cheguei em Roma já na noite do dia 30. Fui para o albergue e lá já fui vendo as diferenças dentro da Europa: muito mais desorganizado que a Alemanha (e por que não dizer a Bélgica?), de onde havia saido no dia anterior. Outra coisa interessante é que nunca pensei que iria encontrar tantos brasileiros. Até mesmo com a (re)desvalorização do real em relação ao euro, a galera marcou presença em peso. Assim que cheguei no quarto já me bati com um brazuca, o Felipe. Na verdade ele mora na Europa (faz um mestrado na Irlanda), mas enfim.
No dia 31 pela manhã fomos ao Museu do Vaticano ver a Capela Sistina. Devo admitir que não achei ter valido a pena os €14.00 que paguei pela entrada, a não ser para os que apreciam arte (o que definitiva
mente não é o meu caso). Demoramos quase 3 horas para percorrer o museu inteiro, incluindo o tempo de tirar fotos, claro, rs. E como era o último dia do ano, tínhamos que sair antes da 13 horas. Detalhe que tive que tirar fotos da pintura de Michelangelo escondido, pois não é permitido tirar fotografias. Mas... lá era Itália, então a cambada tira foto mesmo. Só se ouve os seguranças gritando no meio da multidão: "No photo, no photo". E quem disse que alguém ouve, rs? Enfim, eu tinha que sair logo dali por que ainda queria ir ao Coliseu.
mente não é o meu caso). Demoramos quase 3 horas para percorrer o museu inteiro, incluindo o tempo de tirar fotos, claro, rs. E como era o último dia do ano, tínhamos que sair antes da 13 horas. Detalhe que tive que tirar fotos da pintura de Michelangelo escondido, pois não é permitido tirar fotografias. Mas... lá era Itália, então a cambada tira foto mesmo. Só se ouve os seguranças gritando no meio da multidão: "No photo, no photo". E quem disse que alguém ouve, rs? Enfim, eu tinha que sair logo dali por que ainda queria ir ao Coliseu.Saindo do Vaticano, peguei o metrô rapidinho para ir ao Coliseu, pois achei que iria fechar às 13 e eram umas 12 e tanta. Quando vi que não ia dar tempo, deixei pra lá e fui fazer o caminho até lá à pé. Pelo menos tirava umas fotos de longe. Desci no metrô Massimo e fiz o caminho pelo Circo Massimo, Arco di Giano e Palatino. Chegando ao Coliseu, para minha surpresa, as visitas iriam até as 15 horas. Muita sorte. Além disto, a visita, pelo menos pra mim valeu muito mais a pena que a da Capela Sistina. Bom, trabalho cumprido e fotos tiradas, vamos voltar ao albergue nos preparar para a virada. Tirei um cochilo e já estava novo em folha!

A galera do albergue se reuniu na frente do prédio umas 22 horas para de lá ir ao Coliseu, onde haveria um show da virada. Tinha uma cambada de brazucas, claro, e mais uns alemães e australianos muito gente boa que conhecemos por lá. E pra juntar essa galera toda pra ir andando? Sabia que não ia dar certo e não deu outra: assim que chegamos no Coliseu acabamos nos perdendo. Eu acabei ficando com a Ruth (Austrália), o Kris e o Benjamin (Alemanha) num lugar super apertado, mas na frente de um dos telões. Bom, quem me conhece sabe que aglomeração não é muito meu forte, mas era ano novo, então deixei pra lá e entrei no clima. Para quem esperava um show de fogos tipo praia de Copacabana se decepcionou: teve uns "cracks" e umas bombinhas. Acho que a italianada ficou mais preocupada com o show, que por sinal todos os italianos sabiam as letras de cor.

Depois da meia-noite, acabamos andando pela cidade procurando algum lugar para terminar a noite. Acabamos andando até o Campo de Fiori, comemos uma pizza (claro!) e como já eram 3 da manhã e tinha que encontrar uma amiga do Brasil no dia seguinte, acabei voltando para o albergue e os caras foram para um Pub Irlandês, que por sinal tem de monte na Europa.
Dia 1 (já em 2009, :D) fui cedo encontrar uma amiga que trazia umas encomendas do Brasil para mim e depois conhecer mais da cidade. O dia não estava muito bonito, mas fazer o que. Do albergue fui andando fazendo o trajeto até o Vaticano, onde ainda não havia visto a Basílica de São Pedro. Passei pela Piazza de la Republica, Foro Italiano, Fontana di Trevi, que é um capítulo a parte. Lá, no meio da multidão jogando moedas na fonte tinha um camarada só tirando as moedas de valor de dentro d'água. Isso mesmo: o cara pegou uma antena, botou u
m imã no final pra conseguir tirar as moedas. Bem familiar para nós brazucas isso, hein? De lá segui para o Pantheon, Area Sacra, Piazza Navona (onde fica a embaixada do Brasil na Itália), Isola, Parco Gianicolense até desembocar na Praça de São Pedro, onde a fila para entrar na Basílica não terminava nunca. Como já eram 5 da tarde e eu estava mais que acabado, a visita fica para a próxima, mas não as fotos! Voltei para o albergue arrumar as coisas para no dia seguinte seguir para meu último destino: Genebra, na Suiça.
m imã no final pra conseguir tirar as moedas. Bem familiar para nós brazucas isso, hein? De lá segui para o Pantheon, Area Sacra, Piazza Navona (onde fica a embaixada do Brasil na Itália), Isola, Parco Gianicolense até desembocar na Praça de São Pedro, onde a fila para entrar na Basílica não terminava nunca. Como já eram 5 da tarde e eu estava mais que acabado, a visita fica para a próxima, mas não as fotos! Voltei para o albergue arrumar as coisas para no dia seguinte seguir para meu último destino: Genebra, na Suiça. Roma definitivamente é a cidade eterna: em todo quarteirão tem um pedaço importante da história. Inclusive isso é um empecilho para o desenvolvimento das linhas de metrô, por exemplo. As escavações levaram anos por que cada local que cavava era algo que se descobria. Daí para-se obra pra ver o que é e daí decidir se retomam-se ou não os trabalhos. Fazer o que, né?
Já ia esquecendo: um vídeo desse trecho da viagem:
Até o próximo post então!
Beijos,
David Muniz
Comentários