Genéve

Olá,

Agora finalmente a última parte da "trip": Genebra.

Na verdade esse destino apareceu mais por falta de opções: como iria passar o ano novo em Roma, as passagens mais baratas saindo de lá eram para lugares que já havia ido, como Holanda ou Alemanha. Daí, acabei comprando o trecho aéreo até Milão e de lá um trem para Genebra. Achei que seria uma boa idéia passar de trem pelos Alpes e admirar a paisagem. Só teria que dar sorte para não ter nenhum atraso com o avião por que senão não ia conseguir pegar o trem.

Saí de Roma no dia 02 pela manhã. Cheguei a Milão no horário previsto e ainda tive tempo de almoçar na Estação Central, antes de pegar o TrenItalia para as 4 horas de viagem até a Suíça. A viagem foi bem tranqüila. Só paramos mais tempo para fazer a imigração e de lá foi direto até a Gare Cornavin, em Genebra.

O albergue em Genebra fica bem pertinho da estação, deu pra ir andando. É um local muito organizado (lembram onde eu estava antes?, rs) e bonito também. Eles me deram um passe para o transporte público da cidade durante o tempo da minha estadia. Foi uma boa, pois já tinha gastado uma boa grana até aí. À noite dei uma saída até o Lac de Genéve e o Jardin Anglais e voltei para dormir.

Na manhã do dia 03 fui andar pelos arredores do Place des Nations, onde fica a sede Européia da ONU e também de inúmeras organizações, como a OMC e a OMS. Fui também ao Museu da Cruz Vermelha, que conta toda a história dessa organização, nascida naquela cidade. De lá dei um passeio no Jardim Botânico. Algo que me chamou bastante a atenção é a forma que as pessoas compram jornal por lá: há várias caixas de jornal espalhadas pela cidade. Você paga e pega o seu jornal, não necessariamente nessa ordem. Isso mesmo: as caixas não são trancadas, é tudo baseado em confiança. Tem só um pequeno aviso alertando aos que forem pegos sem pagar irão pagar uma taxa de CHF 100.00 (uns R$ 250.00). Muito bom pra eles! Se funciona bem assim, fazer o que? Só tenho que bater palmas, rs.

No dia seguinte fui para a parte antiga da cidade conhecer a parte mais antiga. Fui à Igreja de St. Pierre, onde fica um dos maiores sítios arqueológicos da Europa, a casa de Calvino, Rue du Rhone, onde se concentra a área de compras da cidade (e das grifes, claro!), a Maison Tavel, a propriedade privada mais antiga de Genebra. De lá andei até o Parc des Bastions, onde havia vários tabuleiros de xadrez meio que em tamanho real e o Monumento à Reforma.

Finalmente na segunda-feira peguei o avião de volta a Bruxelas.

Admito que esperava menos de Genebra. Apesar das ruas totalmente vazias, deu pra conhecer a cidade. Entretanto, foi o lugar que me diverti menos: não conhecia ninguém por lá e no albergue também não consegui conhecer ninguém. Apesar de ter ficado no Albergue da Juventude, só tinha velho por lá. Muito diferente dos outros lugares em que fiquei hospedado.

Bom, essa foi a resenha da viagem. Agora é economizar para a próxima!

Beijos,

David Muniz

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