Happy Holidays!

Olá,
É, aqui estamos, a menos de 10 dias para o fim do ano. Lembro-me bem da mensagem do fim do ano passado, na qual evoquei meus amigos a pensar e fazer um balanço do ano anterior. Na verdade eu acredito que esse é um exercício diário na vida de alguns, mas que com todo o significado do Natal e da virada de ano, fica mais evidente neste período, juntamente com a melancolia, tristeza e a solidão. Pode parecer um paradoxo; num mês em que se prega a harmonia, felicidade e a celebração da vida; mas é a pura verdade.
Estava lendo uma matéria no ATARDE que fala exatamente sobre o número de pessoas que literalmente se cansou desse ‘blá blá blá’ do natal e que simplesmente ignoram a chegada do bom velhinho. Citando a reportagem:
É, aqui estamos, a menos de 10 dias para o fim do ano. Lembro-me bem da mensagem do fim do ano passado, na qual evoquei meus amigos a pensar e fazer um balanço do ano anterior. Na verdade eu acredito que esse é um exercício diário na vida de alguns, mas que com todo o significado do Natal e da virada de ano, fica mais evidente neste período, juntamente com a melancolia, tristeza e a solidão. Pode parecer um paradoxo; num mês em que se prega a harmonia, felicidade e a celebração da vida; mas é a pura verdade.
Estava lendo uma matéria no ATARDE que fala exatamente sobre o número de pessoas que literalmente se cansou desse ‘blá blá blá’ do natal e que simplesmente ignoram a chegada do bom velhinho. Citando a reportagem:
“Por conta da relação do Natal com o nascimento de Cristo, [o psicólogo José
Antônio] Pereira detalha que os sentimentos de tristeza e solidão são comuns no
período de final de ano. ‘É um momento em que o indivíduo se pergunta qual o
sentido de sua existência, questiona sua relação consigo mesmo, com a família e
com o mundo de modo geral’, afirma.”
Não poderia concordar mais com uma das entrevistadas na matéria, que não cai nessa conversa fiada de compaixão e de fazer o bem. E não m chamem de insensível: para mim cordialidade, educação, amor ao próximo e tantas outras coisas têm de ser feitas durante o ano todo, e não só no mês de Dezembro. Segundo ela:
"'As pessoas se preocupam tanto em comprar presentes, em fazer uma ceia farta e
eu fico pensando nas pessoas que não têm família ou que não têm o que comer',
reflete. Igo também se sente incomodado com o consumismo. 'Não compro nada,
prefiro dar presentes fora de época', diz."
Sem querer dar uma de Grinch, mas eu também devo admitir que esse período natalino me cansa: eu não compro presentes, não tenho árvore ou enfeites em casa e muito menos desejo Feliz Natal. Ano novo? Nem me pergunte que eu não sei onde vou passar. Eu quero é sossego, ao invés de entrar nessa onda de consumismo e entrar 2010 devendo o que não tenho!
Ano passado eu bem lembro o meu período Natal-Ano Novo: viagens pela Europa, longe da família e dos amigos mais queridos. Noite de Natal com um frio de lascar num Mercado natalino em Berlin e Ano Novo em Roma rezando com o Papa como diz um amigo e espremido em frente ao Coliseu, ouvindo músicas em italiano com a “italianada” toda cantando ao meu pé-de-ouvido. Na virada umas bombinhas estourando e duas horas depois eu indo dormir.
Este ano, minha mensagem é: aproveitemos a vida (com responsabilidade) que ela passa (e rápido), sem se preocupar muito com o que o vizinho vai achar, falar ou a cara que vai fazer. Aprendamos a ouvir mais, falar menos e sermos mais diretos. E finalmente, saibamos conviver com as diferenças e com aquilo ou aqueles que nos incomodam. Em suma: Carpe Diem!
Beijos a todos e Feliz 2010!
Ano passado eu bem lembro o meu período Natal-Ano Novo: viagens pela Europa, longe da família e dos amigos mais queridos. Noite de Natal com um frio de lascar num Mercado natalino em Berlin e Ano Novo em Roma rezando com o Papa como diz um amigo e espremido em frente ao Coliseu, ouvindo músicas em italiano com a “italianada” toda cantando ao meu pé-de-ouvido. Na virada umas bombinhas estourando e duas horas depois eu indo dormir.
Este ano, minha mensagem é: aproveitemos a vida (com responsabilidade) que ela passa (e rápido), sem se preocupar muito com o que o vizinho vai achar, falar ou a cara que vai fazer. Aprendamos a ouvir mais, falar menos e sermos mais diretos. E finalmente, saibamos conviver com as diferenças e com aquilo ou aqueles que nos incomodam. Em suma: Carpe Diem!
Beijos a todos e Feliz 2010!
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