O Equilíbrio


Olá,


Primeiramente, desculpas pelo longo tempo sem postar aqui. O bicho pegou aqui no escritório e só essa semana consegui parar um tempinho para escrever.

.

Desde que voltei da Europa, tenho me questionado bastante sobre pudores e coisas que nos permitimos (ou não) fazer. Sobre como às vezes nos controlamos para não fazer tais coisas, seja por excesso de seriedade, seja por medo de não aceitação, e de como uma grande parte das pessoas faz cara feia para coisas que elas mesmas fazem, mas relutam em admitir.


Passei a procurar encarar as coisas e as pessoas com mais simplicidade, sem muitos arrodeios ou obscuridades. Mas neste caso, em um mundo cheio de pessoas e coisas complicadas, é um pouco difícil alcançar a tão sonhada harmonia. Em minha opinião, algumas vezes o excesso (atenção, é o excesso!) de protocolo prejudica o relacionamento e a comunicação eficaz entre as pessoas, provocando um desperdício de tempo incalculável.


Durante esses últimos dias eu me vi em uma situação em que a minha vontade de fazer algo prevaleceu sobre a comodidade de não ter que encarar a tal “cara feia” das pessoas. Acabei pagando para ver. Remorso? Nenhum, mas a atitude talvez não tenha sido tão bem vista quanto imaginei. Fazer o que...


A intenção não foi de magoar ou chocar ninguém, mas havia o risco e eu tinha ciência dele, claro! No meu caso, a única coisa que eu vi é que diversas possibilidades foram eliminadas: desde as lições que poderiam ser aprendidas na convivência até os momentos de alegria, de presença, das brigas e outras coisas que os relacionamentos interpessoais nos trazem.


Enquanto isso, eu sigo meu caminho, aberto às infinitas possibilidades que esse mundo me traz (e doido pra começar a ler um livro, rs)...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Tempo doido

My Anxious Second Post

O Homem na Arena